SUPER HERÓIS NO SÉCULO 21

By | 12.9.13 Deixe um comentário
No século 20 a humanidade aprendeu a valorizar a livre iniciativa e o Eu de cada um. 

Entretanto isso por si não basta. Tornamo-nos poderosos individualmente. É o tempo dos super-heróis: super-homem, mulher-maravilha, robocop, homem de ferro, etc.

Os super-heróis precisam de bandidos para ser o que são.  E se os bandidos fossem exterminados e não houvesse mais guerras?





No novo século, depois de duas guerras mundiais e o poder de destruição acumulado para varrer a humanidade inteira da face da terra, caíram algumas fichas.

Primeira ficha: o inimigo maior está dentro de cada um no modo como se trata e trada das suas relações com o outro.

Segunda ficha: o maior desafio, realmente digno de heroísmo é poder interagir com outros construindo algo que queiram e não destruindo.

Terceira ficha: Não fazemos sucessos sozinhos. No mínimo tem que ter outra até para reconhecer. E o maior sucesso é construído em conjunto.

Quarta ficha: As pessoas precisam aprender a interagir entre si em ambientes cada vez mais complexos. Viver em redes humanas é uma competência muito mais necessária do que ser um herói solitário.
A guerra agora é contra o isolamento dos super-heróis, pois o Outro cada vez menos é o “bandido” e sim o aliado.
Quer mais fichas?
No século 21 iniciamos a valorizar esse Eu em coordenação com o Outro formando um Nós coerente.

A aprendizagem relacional é a demanda do século 21. Quem souber como fazer vai em frente. Quem não souber fica fora.

Quer saber mais?

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Aqui a gente prepara a gente para ser gente.

Pense nisso!



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