No século 20 a
humanidade aprendeu a valorizar a livre iniciativa e o Eu de cada um.
Entretanto isso
por si não basta. Tornamo-nos poderosos individualmente. É o tempo dos super-heróis:
super-homem, mulher-maravilha, robocop, homem de ferro, etc.
Os super-heróis
precisam de bandidos para ser o que são. E se os bandidos fossem
exterminados e não houvesse mais guerras?
No novo século,
depois de duas guerras mundiais e o poder de destruição acumulado para varrer a
humanidade inteira da face da terra, caíram algumas fichas.
Primeira ficha: o
inimigo maior está dentro de cada um no modo como se trata e trada das suas
relações com o outro.
Segunda ficha: o
maior desafio, realmente digno de heroísmo é poder interagir com outros
construindo algo que queiram e não destruindo.
Terceira
ficha: Não fazemos sucessos sozinhos. No mínimo tem que ter outra até para
reconhecer. E o maior sucesso é construído em conjunto.
Quarta ficha: As
pessoas precisam aprender a interagir entre si em ambientes cada vez mais
complexos. Viver em redes humanas é uma competência muito mais necessária do
que ser um herói solitário.
A guerra agora é
contra o isolamento dos super-heróis, pois o Outro cada vez menos é o “bandido”
e sim o aliado.
Quer mais fichas?
No século 21 iniciamos
a valorizar esse Eu em coordenação com o Outro formando um Nós coerente.
A aprendizagem
relacional é a demanda do século 21. Quem souber como fazer vai em frente. Quem
não souber fica fora.
Quer saber mais?
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desenvolvimento humano no século 21 com a Neurocom.
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nossos laboratórios de aprendizagem interativa com vistas à capacitação para
viver em redes humanas.
Aqui a gente
prepara a gente para ser gente.
Pense nisso!

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