Uma definição possível é
considerá-la um processo de redução das incertezas entre intenções,
comportamentos e resultados esperados nas relações entre pessoas. (Berger
&; Bradac 1982). Na realidade é bem mais complexo ( e instigante) que
colocar tudo no mesmo "saco": A relação entre um "Eu" e um
"Tu" gera um "Nós" que se diferencia de ambos. Isso é
comum-nicação...
Durante séculos não reparávamos
ativamente como ela acontecia. Eram tempos de autoritarismo. Poucos mandavam e
muitos obedeciam. Não precisava compreender e sim fazer,
passivamente. Poucos escolhiam a respeito de como gostariam de viver e conviver.
A partir da democracia, da
valorização do indivíduo e de suas decisões, da era tecnológica, da
globalização dos meios de informação, surge um novo desafio:
Conhecer-se e ser conhecido.
e então o maior de todos:
Constituir uma realidade
compartilhada na qual ambos se conheçam e reconheçam.
Aí entra a comunicação
humana.
Quem não sabe comunicar-se (*
isso é muito mais que só chamar atenção, ou "quinze minutos de
fama" do Andy Warhol. ) vai ter graves dificuldades em sobreviver.
Exemplo: muito se fala nos
desafios da educação. Os alunos não tem problemas. Quem tem desafios são os
educadores. Eles é que não sabem ensinar de forma compartilhada. Os alunos tem
muito mais flexibilidade.
O mesmo vale nas relações de
trabalho e de família.
E
nas relações amorosas.
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